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BRASIL, Sudeste, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, Música, Política, Blog do RAFAEL MONICO
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Resultado do filme “Fale com Ela” de Pedro Almodóvar

Por Rafael Monico Vamos pensar bem em coisas que a vida pode nos reservar. Você consegue prever? Que chato então. Deve ser muito ruim a vida monótona ou de enorme precisão. Pense bem. Apenas um amor, apenas uma aventura, apenas uma profissão... Putz já não basta você ser só você mesmo. Veja bem, eu amo e já amei, amei até quem tinha certeza que não amava, mas cada um de um jeito, precisei de tempo para descobrir que era amor. Mas mesmo assim já me senti de fora de um abraço, sabe, aquela sensação de que quem você quer, ser exatamente quem não tem carinho para te dar. É uma sensação melancólica, mas que tem de ser vivida, pois ela me fez saber amar, perdoar, compreender e ser entregue ao amor. Sabe por que, por que não sou mais covarde, já fui em algumas situações, lá atrás, já até me fiz de covarde, mas com certeza hoje não sou mais e nem serei. Me jogo no amor por ter certeza de que se não for assim não vou curtir, não terei prazer. Se der errado, volto a me sentir de fora do abraço, até que outros braços venham me afagar. Eu vim para o mundo para viver, e a felicidade, assim como o sofrimento, fazem parte disso, e isso é a minha história. Continuo em frente, me jogando, mas convicto que estou pronto para absorver todos os sentimentos, só espero estar certo. Por favor não comentem
Escrito por Por: Rafael Monico às 04h16
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Pessoal estou aqui para anunciar que o PEP tem um novo e-mail pep@r7.com Muito fácil né. Então usem este e-mail para sugerir coisas novas para eu escrever, ando meio sem criatividade, por isso ajudem este escritor a pensar em coisas novas. espero o e-mail de vcs.
Escrito por Por: Rafael Monico às 02h31
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Experiência única 
Adalberto estava consciente de que, com seu amigo Everaldo, estava brincando com fogo. Isso por que ambos sucumbiram ao apelo feminino de duas ninfetas. Elas não tinham nada a perder, já eles tinham muito. Não são casados, mas namoram e não querem fazer nada de errado. Eles sabiam que um passo em falso poderia custar-lhes imensas perdas sentimentais. Porém o que seria errado? deixar de se deliciar nos braços joviais de duas lindas ninfas, uma morena, no estilo surfista, com barriguinha definida, quadril largo e seios que não poderiam ter outra definição a não ser apetitosos e a outra loira de olhos amendoados, mais delicadinha e de corpo verdadeiramente brasileiro, de encher os olhos de qualquer homem que desse a sorte de passar ao seu lado, linda e sem por menores, gostosa. Ou o errado seria resistir e lembrar sempre que tiveram a oportunidade. No entanto, mesmo ainda rondados pela dúvida sobre qual seria a resposta correta, o problema se formou em um momento de fraqueza. Everaldo não resistiu mais a morena e deixou acontecer, durante um possível acaso no corredor de cima e, Adalberto após muita pressão pelo ocorrido com o amigo, sentiu coragem e encaminhou seu ato para o corredor de baixo. Foram apenas beijos, mas ninfos beijos que mexeram com a realidade de ambos. Momentos depois, estavam eles de frente com uma garrafa suada de cerveja, lamentando o ocorrido. Horas mais tarde, frente a meia dúzia de garrafas de cerveja, o lamento deu espaço ao festejo. Assim, ambos chegaram a conclusão de que o leite estava derramado, agora não adiantava mais chorar. O Problema consistia desde então em resistir aos encantos de ambas. Adalberto ainda encontrou um motivo pródigo que facilitaria a não repetição do fato. “Agora elas tiveram o que queriam, nos deixarão em paz” Porém eles não contavam com a realidade. No dia seguinte, frente a frente com as ninfetas, descobriram que ambas queriam mais. E mais um dilema incrementou a situação, a vontade de ambos em que isso realmente ocorresse. O resultado foi obvio, já atordoados, só conseguiam pensar em como não serem descobertos. Adalberto já mergulhava sem pensar nos jovens lábios de sua ninfa loira, com pele alva e macia, deixando com que ela pudesse suprir todos seus desejos com os lábios e com as mãos que apertavam seu corpo demonstrando que ela estava tão ou mais envolvida que ele. Everaldo surfou pela boca de sua ninfa morena, sentindo o jogar de seus cabelos, quando alcançava com suas mãos a nuca dela e o desejo em sua língua, que em intervalos, com sua rouca e sensual voz, lembrava Everaldo que adorava seu beijo. Desta forma os encontros furtivos tornaram se mais freqüentes e perigosos, mas nunca sensuais, porém, cada vez mais emocionantes, atraentes e cheios de sentimentos. Os quatro sempre ficavam próximos no mesmo corredor para evitar qualquer flagrante, mas isso fez surgir um novo problema, muito incrementado pela sensação de aventura. Everaldo passou a ter muita curiosidade pela loira e Adalberto pela morena. Neste momento, os dois enfrentavam a situação como uma aventura que deveria ser curtida ao máximo, já que um dia, que parecia ser muito breve, tudo que estava acontecendo poderia acabar. Em mais um encontro furtivo, sem combinações Adalberto interrompeu um beijo e afirmou seu desejo perante as moças. Ambas demonstraram certa resistência, mas após alguns argumentos dos amigos, o frio na barriga dominou as duas que toparam curtir aquele momento sem restrições. Horas mais tarde, os amigos estavam de frente com quase meia dúzia de garrafas de cerveja, felizes, rindo e concluído que aquela foi uma experiência para se guardar para sempre, por ter sido muito sincera, libertária e deliciosa. A experiência prosseguiu com muita cumplicidade entre os quatro, que ai passaram a dividir os casais com certa obrigação, não existiam mais os sentimentos de posse por conta da sensação que apenas este momento era capaz de causar. A situação era cada vez mais agradável e cada vez mais uma brincadeira de criança, sem responsabilidades. No entanto, o tempo passou. Anos mais tarde, os amigos estavam de frente com quase meia dúzia de cervejas, relembrando as semanas em que tiveram a experiência única com as ninfas. As lembranças eram jogadas a mesa com felicidade e sem lamentação, concluindo que um presente bem guardado pode garantir um futuro despreocupado com a certeza de que tudo havia valido a pena. “Chega de lembranças Everaldo, preciso ir pois ainda levarei minha esposa ao mercado, vamos lá pegar nossos filhos na escolinha da professora Morena. “Adalberto, você vai ao mercado da Loira?”.
Escrito por Monico às 07h24
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Ser contra ou apoiar 
Tenho lido textos e assistido programas, assim como ouvido muito rádio e em todos o tema é a intransigência da Uniban, por causa da ação dos alunos contra a aluna Geysi. São muitos os especialistas e conhecidos dos assuntos feministas ou de moralidade. Aaluna em questão está quase virando uma Joana Dárc pós moderna, com um diferencial, ela já foi absolvida pela aspecto social da igualdade. Porém ainda me questiono o por que os alunos da Uniban, do nada em dia dia comum, decidiram humilhar a pobre donzela, que apenas estava com uma mini saia. Em todos os programas e todos os especialista a reflexão é apenas uma: Ela tem o direito de andar como quiser e as pessoas tem de aceitar. Eu estava quase concordando quando dei de cara com o Lobão,no debate MTV, que é nada mais do que um Fausto Silva do debate social, por enterromper muito a linha de pensamento dos deatedores, assim como alguém que entra em cena já com uma opinião definida e passa a medar o programa inteiro baseado nesta. Porém para o programa foram convidadas duas alunas da Instituição de graduação. Logo me interessei para saber o por que os alunos ficaram repentinamente contra a pobre loirinha e com muita dificuldade, pelas interrupções abruptas do apresentador, consegui, e logo voltei ao meu lado racional. Gente, é claro que existe um histórico ai, será que alguém consegue mexer com o inconsciente coletivo assim em apenas uma desfilada pelos corredores. Então percebi que a reação dos alunos foi assim como a reação de pais e mães quando conseguem encarcerar um estuprador. Foi uma reação como a de pessoas que conseguem agarrar um bandido que acaba de roubar uma senhora na rua. Percebe. As pessoas reagem assim, por eu elas sabem que o estuprador é um estuprados, que o ladrão é um ladrão. Será que os alunos da Unibam, que em consenso questionam o rumo do caso alegando deturpação, fizeram isso com a Geyse, por que ela é uma aluna de mini saia. Não concordo com o ocorrido, sou contra este tipo de agressão generalisada, mas não posso concordar com o rumo dos fatos e dizer que a menina esta cheia de razão e os alunos são ditadores em criação. A mini saia é uma conquista das mulheres, que eu particularmente adoro vê-las vestidas, mas ela pode também ser usada como forma de provocação de algumas pessoas. È incrível mas esse é um caso que não devemos direcionar para uma vitimas, ou vitimas, mas sim analisar como limites dentro da sociedade. Até onde seu direto fere o meu, e até que ponto sua transgressão pode realizar atos coletivos. OS alunos da Uniban podem ter passado dos limites, e isso não implica que, não por causa da mini saia, mas sim por outros atos, aos quais não temos conhecimento, a Geysi seja a inocente. Estudei muitos anos e nunca vi ninguém ser agredida por usar mini-saia, por que ela seria? Fique com essa pergunte observando a ótica que o levaria a fazer parte da agressão pelo ótica que o levaria a poder ser o motivo da agressão
Escrito por Monico às 01h18
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Ficha Limpa nelles!!!
Já ouviu falar do movimento Ficha Limpa? Caso você esteja cansado de ver políticos corruptos eleitos é bom conhecer. É simples, Ficha Limpa é um projeto de iniciativa popular que proíbe políticos que tenham problemas judiciais a se tornarem candidatos novamente, assim como quem deve e tem nome sujo e não consegue empréstimo. Simples assim. Mas precisamos de assinaturas para que o projeto tenha valor, por isso vá até o site do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) e descubra como e onde assinar. www.mcce.org.br
Escrito por Monico às 07h15
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Jeitinho de fazer cinema
Você já assistiu um filme que parece completo e ainda sai da rotina cinematográfica por causa de um roteiro muito bem escrito e seguido. Claro que sim, todos nós já assistimos um, mas o cinema brasileiro tem surpreendido com estas histórias. A primeira vez que fui surpreendido com um filme assim, foi ao assistir “O homem que copiava”. O roteiro e a história foi até o fim, não parou na metade para dar um final feliz e pronto. O filme muda e os personagens se modificam, o que nos traz a nossa realdade e nossas transformações pessoais e isso dá emoção. Depois assisti o filme “Meu ti matou um cara”, outro que segue esta originalidade e por coincidência, ou não, são filmes gaúchos. Entretanto fui mais uma vez surpreendido positivamente nestes aspectos. Hoje assisti o filme “A Mulher Invisível”e sai do cinema impressionado e concluindo que encontramos um jeitinho brasileiro de fazer filme afinal este é um produto mesclado de cariocas e paulistas. Nosso diferencial está na história. Não estou falando de Carandiru, Tropa de Elite ou Cidade de Deus, que contam histórias reais, mas sim nossa ficção. Quanta criatividade e humor. Que capacidade de prender e fazer o publico ser participante. Esse é o cinema que quero ver nas telonas, essa é a criatividade que procuro em filmes mais descontraídos. Um filme para ser apenas gostoso, não precisa tirar minha capacidade de pensar e o brasileiro tem feito isso como ninguém. Índico estes três filmes, para que posam entender esse jeitinho maravilhoso de fazer o cinema brasileiro. “A Mulher Invisível” é simplesmente o máximo, divertido, intrigante, arrojado e com atuações excelentes, assistam tenho certeza que irão amar.
Escrito por Monico às 03h38
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Por Rafael Monico Como sempre, fiz a limpeza semestral no blog, agora só tem o que mais gosto a continuarei ainda esta semana.
Escrito por Monico às 01h54
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Já pensou em ficar adulto
Comigo foi assim, dando vontade do nada. Já observou a chuva cair pela janela carro e sentiu vontade de sair e deixara chuva te molhar. Todos dizem pra você que vai ficar gripado, mas a vontade é maior e no fundo você sabe que vai te fazer bem. Se tornar adulto consciente é bem assim, você sente vontade e se lança a frente, m passo atrás do outro sem pensar muito, mas com coragem. Tenho sentido e agido assim e agora estou noivo e pagando casa própria. Quero casar e ser pai, alem de ter “certo” prazer e orgulho em ver as contas pagas no fim do mês. É simplesmente estranho, mas é algo diferente para a vida. Não aconselho ninguém que não queira, mas sou prova para aqueles que já sentem esta vontade, pois estou feliz.
Escrito por Monico às 02h35
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Minha história no cinema “Lula o Filho do Brasil”  Participar de um filme que certamente é o mais importante para a região do ABC, até então, contando um momento histórico do país, por meio da história da vida de um retirante que se tornou operário e foi eleito presidente da República, foi algo muito impressionante. Não só por participar de algo que considero histórico, mas também por descobrir a sétima arte por trás das câmeras.rimeiro consegui ser chamado para fazer um dia de gravações como figurante da última cena do filme, estranhei, mas logo descobri que as cenas do ABC foram gravadas de trás para frente, isso porque, para o ator que interpretou o presidente, o mineiro Rui Ricardo Diaz, foi mais rápido emagrecer durante as filmagens do que engordar. Este ator deverá ganhar prêmios pela excelente interpretação, ainda iremos ouvir falar muito dele. Minha primeira participação se dá ao fatídico dia do enterro de D. Lindú – mãe de Lula -, interpretada por Glória Pires. Nesta cena, Lula chega ao enterro com policiais federais e acontece um tumulto, uma palavra de ordem e as pessoas tentam libertá-lo, logo, o futuro presidente foi carregado pelos PFs, jogado em um Opala preto e somem com ele. Gravamos esta cena 11 vezes, fiquei rouco de tanto gritar palavras de ordem e cansado por ficar correndo atrás do Opala, mas valeu. Cheguei em casa com a sensação de que tinha feito meu papel, afinal minha meta de participar da gravação do filme estava cumprida, entretanto, me ligaram e voltei a gravar. Com cabelos cheios e barba grande, típicos da década de 80, consegui um “papel” no elenco de apoio. Passei então a ser um dos sindicalistas que sempre acompanhava Lula. Como já havia feito prova de roupa, consegui um espaço nos camarins, tinha um cabide com meu nome (Figurino Sindicalista Rafael Monico) e passei a conviver com os atores Rui Ricardo Diaz (Lula), Juliana Barone (Marisa), entre outros. Daí pra frente passei a fazer amizade com pessoas da produção, começando pelo pessoal do figurino liderado pela Cris, gente competente e paciente. Durante as gravações fiquei impressionado com a firmeza e simpatia super contagiante, da Alice, considerada por muitos o sorriso mais confortante das filmagens, a autoridade, também muitas vezes sorridente da Claudinha e seus “éssix” – “Esssxxpalha!”, o André pedindo “Pessoal, silêncio por favor!”, o calmo Gussstavo, os bem humorados Gustavo da Câmera e o diretor Fábio Barreto. Todos esses lembrados por mim da forma como eram denominados entre os figurantes. Posso dizer não é fácil, às vezes para gravar uma cena de 30 segundos existe uma produção de mais de 2 horas, isso pra que tudo saia perfeito. Tem muita gente envolvida, sabendo da importância do filme, sempre correndo e arrumando organizando, fazendo, o Bahiano, o Rodriguinho e o Platô “Silencio senhores!” E a correria do Nairo, Léo e Denis pra juntar os figurantes, sofreram, mas fizeram tudo. Tinham cenas onde atuávamos apenas em 5 ou 6 pessoas e outras com 400, isso não é fácil. Daí pra frente foi entender e começar a fazer parte daquele mundo. Respeitei todos, mas não tirava minha câmera do bolso, sempre flagrando cenas. Meu estilo lembrava muito o do Rui e muitas vezes entre os figurantes fui chamado para tirar fotos, até mesmo dentro do elenco, o pai de uma das crianças que iria representar um dos filhos do Lula, exigiu que eu tirasse uma foto com seu filho, mesmo depois de repetir a frase: Desculpa mas sou apoio, não sou o Lula. Foram muitas cenas impressionantes, mas indico para o leitor atenção na cena do confronto de grevistas com o Exército na saída do estádio da Vila Euclides no dia 1º de Maio. A cena no estádio já é comovente, mas a saída tenho certeza que deverá emocionar tanto quanto me emocionou por mais de cinco vezes subindo a rampa de saída do estádio cantando o Hino Nacional. Enfrentamos o Exército e estou muito curioso pra saber como ficou. Outra cena muito interessante foi a da invasão do Exercito no Sindicato. Leitor, veja bem esta cena pois nela eu apareço bem (risos). Muitas cenas eram feitas baseadas na emoção dos figurantes, afinal alguns realmente participaram na vida real e agora a reproduziram para a sétima arte. Participei da cena da prisão do Lula, intervenção e posse no sindicato, do dia em que Lula conheceu Marisa e muitas outras e fiquei impressionado com a qualidade da produção brasileira. Eu vivi e recomendo o filme “Lula, o Filho do Brasil”, onde o ABC faz história com seu personagem que virou presidente.
Escrito por Monico às 01h30
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O beijo

Aquele beijo que ficou na mente mas, nunca aconteceu.
Ficou guardado na lembrança, junto com aquele carinho no rosto e a vontade de abraçar.
Beijo inocente, dócil e vibrante, importante para o descobrimento.
Que beijo é esse que nunca aconteceu mas está vivo?
Ficou na juventude e não perpetuou na responsabilidade do dia-a-dia, nas conquistas pessoais e na distância ou, simplesmente adormeceu, silencioso aguardando um certo momento para explodir e implodir as regras, dando força apenas ao desejo do coração.
Este é um beijo, apenas um beijo que tem o direito de existir e fazer parte desta história como fato e não como lembrança. É apenas um beijo que tem vida e sufoca-lo é nada mais que um assassinato cruel e desnecessário.
É um beijo que pode não se repetir, mas pede clemência para existir, pelo simples fato de ser puro e consensual, na verdade dos olhos e no olhar dos lábios.
Este é um beijo que não tem pressa nem idade, apenas desejo e gosto indescritível e senti-lo é mais que uma necessidade, é uma obrigação com nossos sentimentos.
Escrito por Monico às 16h54
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Também sou humano e preciso desabafar.

Estava eu assistindo o horário político, claro, junto com todas as informações políticas que acrescento a minha memória nestes anos de experiência, e percebi algo assustador.
Definitivamente chegamos ao fundo do poço.
Estas eleições estão sendo decididas por preconceito.
Isso mesmo. Parece que não, mas observe que existe uma campanha velada dos setores mais abastados da sociedade apontando problemas de forma preconceituosa, do tipo:
“Isso só poderia ter sido feito por um petista” ou “Odeio petista”, entre outras.
Isso é triste, pois desta forma a política deixou de ser algo racional para emocional, tipo torcida de futebol.
A política é uma ação que encara o raciocínio lógico para o bem estar de todos, porém para isso existem disputas e estas tem de ser baseadas na razão, pois ai sim o cidadão se mantém no respeito mutuo e não transgride a linha da racionalidade. Se a política passa para o lado emocional e tem disputas acentuadas como a atual, ai esta fica a um passo do passional. Lindembreg foi racional ou passional? Se fosse racional aceitaria a derrota (o fim do namoro) encarando a vida para seus novos acontecimentos, virando a página, porem ele foi passional e buscou a vingança, não reagiu de bate pronto, arquitetou um plano e pôs em pratica, chegando a um final trágico.
Foi exatamente isso que o governador Serra fez. Lembra que ele queria sair candidato a presidente? É mas o Alckimin foi fundo e convenceu todos que o nome dele era melhor. Serra disse aceitar ser candidato a governador, venceu e só no segundo turno esboçou apoio ao Geraldo Alckmin. Mas você acha que ele esqueceu? De forma alguma. Nestas eleições municipais ele deu todo seu apoio para o Kassab e não para o Alckimin, seu companheiro de partido. Deu toda sua estrutura governamental para o prefeito que passou por todos e hoje lidera as pesquisas. Este foi só um paralelo do passional serra e do passional Lindenberg.
Por isso seu voto é muito importante que seja racional, analisando o quanto cada candidato realizou em beneficio popular, para todos e não para as classes dominantes.
No voto, o ato passional é ligado apenas a referência da cidade que você quer para as pessoas que você ama.
Escrito por Monico às 17h08
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Verbos de gostar

Eu gosto tanto de
Beijar, abraçar e fazer cócegas em você,
Viajar, dormir e comer com você;
Eu gosto, gosto mesmo de
Cantar, contar e me despir pra você,
Resolver, decifrar e fazer loucuras por você.
Rezar, ofertar e oferendar toda luz a você,
Tocar, beijar, desejar e amar você.
Escrito por Monico às 16h49
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Não gosto muito de colocar textos
que não são meus aqui, mas sempre
existem aqueles que merecem e esses
merecem:
A Rotina
Autor: Desconhecido
“A idéia é a rotina do papel O céu é a rotina do edifício O início é a rotina do final A escolha é a rotina do gosto A rotina do espelho é o oposto
A rotina do jornal é o fato A celebridade é a rotina do boato A rotina da mão é o toque A rotina da garganta é rock
O coração é rotina da batida A rotina do equilíbrio é a medida O vento é a rotina do assobio A rotina da pele é o arrepio
A rotina do perfume é a lembrança O pé é a rotina da dança Julieta é a rotina do queijo A rotina da boca é o desejo
A rotina do caminho é a direção A rotina do destino é a certeza Toda rotina tem sua beleza”
O que faz você feliz?
Autor: Arnaldo Antunes
"A lua, a praia, o mar uma rua, passear Um doce, uma dança, um beijo ou goiabada com queijo?
Afinal, o que faz você feliz? Chocolate, paixão dormir cedo, acordar tarde arroz com feijão, matar a saudade o aumento, a casa, o carro que você sempre quis Ou são os sonhos que te fazem feliz?
Dormir na rede, matar a sede ler, ou viver um romance? O que faz você feliz? Um lápis, uma letra,uma conversa boa um cafúne, café com leite, rir a toa um pássaro, um parque, um chafariz ou será um choro que te faz feliz? a pausa pra pensar… sentir o vento, esquecer o tempo.
O céu, o sol, um som a pessoa ou o lugar? Agora me diz, O que faz você feliz?
Escrito por Monico às 14h25
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