Pessoas e Políticas
   
 



BRASIL, Sudeste, SANTO ANDRE, Homem, de 26 a 35 anos, Música, Política
 

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Ser contra ou apoiar

Tenho lido textos e assistido programas, assim como ouvido muito rádio e em todos o tema é a intransigência da Uniban, por causa da ação dos alunos contra a aluna Geysi.

São muitos os especialistas e conhecidos dos assuntos feministas ou de moralidade.

Aaluna em questão está quase virando uma Joana Dárc pós moderna, com um diferencial, ela já foi absolvida pela aspecto social da igualdade.

Porém ainda me questiono o por que os alunos da Uniban, do nada em dia dia comum, decidiram humilhar a pobre donzela, que apenas estava com uma mini saia.

Em todos os programas e todos os especialista a reflexão é apenas uma: Ela tem o direito de andar como quiser e as pessoas tem de aceitar.

Eu estava quase concordando quando dei de cara com o Lobão,no debate MTV, que é nada mais do que um Fausto Silva do debate social, por enterromper muito a linha de pensamento dos deatedores, assim como alguém que entra em cena já com uma opinião definida e passa a medar o programa inteiro baseado nesta. Porém para o programa foram convidadas duas alunas da Instituição de graduação. Logo me interessei para saber o por que os alunos ficaram repentinamente contra a pobre loirinha e com muita dificuldade, pelas interrupções abruptas do apresentador, consegui, e logo voltei ao meu lado racional.

Gente, é claro que existe um histórico ai, será que alguém consegue mexer com o inconsciente coletivo assim em apenas uma desfilada pelos corredores.

Então percebi que a reação dos alunos foi assim como a reação de pais e mães quando conseguem encarcerar um estuprador. Foi uma reação como a de pessoas que conseguem agarrar um bandido que acaba de roubar uma senhora na rua.

Percebe. As pessoas reagem assim, por eu elas sabem que o estuprador é um estuprados, que o ladrão é um ladrão. Será que os alunos da Unibam, que em consenso questionam o rumo do caso alegando deturpação, fizeram isso com a Geyse, por que ela é uma aluna de mini saia.

Não concordo com o ocorrido, sou contra este tipo de agressão generalisada, mas não posso concordar com o rumo dos fatos e dizer que a menina esta cheia de razão e os alunos são ditadores em criação.

A mini saia é uma conquista das mulheres, que eu particularmente adoro vê-las vestidas, mas ela pode também ser usada como forma de provocação de algumas pessoas.

È incrível mas esse é um caso que não devemos direcionar para uma vitimas, ou vitimas, mas sim analisar como limites dentro da sociedade. Até onde seu direto fere o meu, e até que ponto sua transgressão pode realizar atos coletivos.

OS alunos da Uniban podem ter passado dos limites, e isso não implica que, não por causa da mini saia, mas sim por outros atos, aos quais não temos conhecimento,  a Geysi seja a inocente. Estudei muitos anos e nunca vi ninguém ser agredida por usar mini-saia, por que ela seria? Fique com essa pergunte observando a ótica que o levaria a fazer parte da agressão  pelo ótica que o levaria a poder ser o motivo da agressão

 



Escrito por Monico às 01h18
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Ficha Limpa nelles!!!

 

 

Já ouviu falar do movimento Ficha Limpa?

Caso você esteja cansado de ver políticos corruptos eleitos é bom conhecer.

 

É simples, Ficha Limpa é um projeto de iniciativa popular que proíbe políticos que tenham problemas judiciais a se tornarem candidatos novamente, assim como quem deve e tem nome sujo e não consegue empréstimo.

 

Simples assim.

Mas precisamos de assinaturas para que o projeto tenha valor, por isso vá até o site do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) e descubra como e onde assinar.

www.mcce.org.br 



Escrito por Monico às 07h15
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Jeitinho de fazer cinema

 

Você já assistiu um filme que parece completo e ainda sai da rotina cinematográfica por causa de um roteiro muito bem escrito e seguido.

Claro que sim, todos nós já assistimos um, mas o cinema brasileiro tem surpreendido com estas histórias.

A primeira vez que fui surpreendido com um filme assim, foi ao assistir “O homem que copiava”. O roteiro e a história foi até o fim, não parou na metade para dar um final feliz e pronto. O filme muda e os personagens se modificam, o que nos traz a nossa realdade e nossas transformações pessoais e isso dá emoção.

Depois assisti o filme “Meu ti matou um cara”, outro que segue esta originalidade e por coincidência, ou não, são filmes gaúchos.

Entretanto fui mais uma vez surpreendido positivamente nestes aspectos. Hoje assisti o filme “A Mulher Invisível”e sai do cinema impressionado e concluindo que encontramos um jeitinho brasileiro de fazer filme afinal este é um produto mesclado de cariocas e paulistas.

Nosso diferencial está na história. Não estou falando de Carandiru, Tropa de Elite ou Cidade de Deus, que contam histórias reais, mas sim nossa ficção.

Quanta criatividade e humor. Que capacidade de prender e fazer o publico ser participante.

Esse é o cinema que quero ver nas telonas, essa é a criatividade que procuro em filmes mais descontraídos.

Um filme para ser apenas gostoso, não precisa tirar minha capacidade de pensar e o brasileiro tem feito isso como ninguém.

Índico estes três filmes, para que posam entender esse jeitinho maravilhoso de fazer o cinema brasileiro.

“A Mulher Invisível” é simplesmente o máximo, divertido, intrigante, arrojado e com atuações excelentes, assistam tenho certeza que irão amar.

 

 

 



Escrito por Monico às 03h38
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Por Rafael Monico

 

Como sempre, fiz a limpeza semestral no blog, agora só tem o que mais gosto a continuarei ainda esta semana.

 



Escrito por Monico às 01h54
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Já pensou em ficar adulto

 

Comigo foi assim, dando vontade do nada.

Já observou a chuva cair pela janela carro e sentiu vontade de sair e deixara chuva te molhar.

Todos dizem pra você que vai ficar gripado, mas a vontade é maior e no fundo você sabe que vai te fazer bem.

Se tornar adulto consciente é bem assim, você sente vontade e se lança a frente, m passo atrás do outro sem pensar muito, mas com coragem.

Tenho sentido e agido assim e agora estou noivo e pagando casa própria.

Quero casar e ser pai, alem de ter “certo” prazer e orgulho em ver as contas pagas no fim do mês.

É simplesmente estranho, mas é algo diferente para a vida.

Não aconselho ninguém que não queira, mas sou prova para aqueles que já sentem esta vontade, pois estou feliz.



Escrito por Monico às 02h35
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Minha história no cinema

“Lula o Filho do Brasil”

 

Participar de um filme que certamente é o mais importante para a região do ABC, até então, contando um momento histórico do país, por meio da história da vida de um retirante que se tornou operário e foi eleito presidente da República, foi algo muito impressionante.

Não só por participar de algo que considero histórico, mas também por descobrir a sétima arte por trás das câmeras.rimeiro consegui ser chamado para fazer um dia de gravações como figurante da última cena do filme, estranhei, mas logo descobri que as cenas do ABC foram gravadas de trás para frente, isso porque, para o ator que interpretou o presidente, o mineiro Rui Ricardo Diaz, foi mais rápido emagrecer durante as filmagens do que engordar. Este ator deverá ganhar prêmios pela excelente interpretação, ainda iremos ouvir falar muito dele. Minha primeira participação se dá ao fatídico dia do enterro de D. Lindú – mãe de Lula -, interpretada por Glória Pires. Nesta cena, Lula chega ao enterro com policiais federais e acontece um tumulto, uma palavra de ordem e as pessoas tentam libertá-lo, logo, o futuro presidente foi carregado pelos PFs, jogado em um Opala preto e somem com ele. Gravamos esta cena 11 vezes, fiquei rouco de tanto gritar palavras de ordem e cansado por ficar correndo atrás do Opala, mas valeu. Cheguei em casa com a sensação de que tinha feito meu papel, afinal minha meta de participar da gravação do filme estava cumprida, entretanto, me ligaram e voltei a gravar. Com cabelos cheios e barba grande, típicos da década de 80, consegui um “papel” no elenco de apoio. Passei então a ser um dos sindicalistas que sempre acompanhava Lula. Como já havia feito prova de roupa, consegui um espaço nos camarins, tinha um cabide com meu nome (Figurino Sindicalista Rafael Monico) e passei a conviver com os atores Rui Ricardo Diaz (Lula), Juliana Barone (Marisa), entre outros.
Daí pra frente passei a fazer amizade com pessoas da produção, começando pelo pessoal do figurino liderado pela Cris, gente competente e paciente. Durante as gravações fiquei impressionado com a firmeza e simpatia super contagiante, da Alice, considerada por muitos o sorriso mais confortante das filmagens, a autoridade, também muitas vezes sorridente da Claudinha e seus “éssix” – “Esssxxpalha!”, o André pedindo “Pessoal, silêncio por favor!”, o calmo Gussstavo, os bem humorados Gustavo da Câmera e o diretor Fábio Barreto. Todos esses lembrados por mim da forma como eram denominados entre os figurantes. Posso dizer não é fácil, às vezes para gravar uma cena de 30 segundos existe uma produção de mais de 2 horas, isso pra que tudo saia perfeito. Tem muita gente envolvida, sabendo da importância do filme, sempre correndo e arrumando organizando, fazendo, o Bahiano, o Rodriguinho e o Platô “Silencio senhores!”
E a correria do Nairo, Léo e Denis pra juntar os figurantes, sofreram, mas fizeram tudo.
Tinham cenas onde atuávamos apenas em 5 ou 6 pessoas e outras com 400, isso não é fácil.
Daí pra frente foi entender e começar a fazer parte daquele mundo. Respeitei todos, mas não tirava minha câmera do bolso, sempre flagrando cenas.
Meu estilo lembrava muito o do Rui e muitas vezes entre os figurantes fui chamado para tirar fotos, até mesmo dentro do elenco, o pai de uma das crianças que iria representar um dos filhos do Lula, exigiu que eu tirasse uma foto com seu filho, mesmo depois de repetir a frase: Desculpa mas sou apoio, não sou o Lula.
Foram muitas cenas impressionantes, mas indico para o leitor atenção na cena do confronto de grevistas com o Exército na saída do estádio da Vila Euclides no dia 1º de Maio. A cena no estádio já é comovente, mas a saída tenho certeza que deverá emocionar tanto quanto me emocionou por mais de cinco vezes subindo a rampa de saída do estádio cantando o Hino Nacional. Enfrentamos o Exército e estou muito curioso pra saber como ficou.
Outra cena muito interessante foi a da invasão do Exercito no Sindicato. Leitor, veja bem esta cena pois nela eu apareço bem (risos). Muitas cenas eram feitas baseadas na emoção dos figurantes, afinal alguns realmente participaram na vida real e agora a reproduziram para a sétima arte. Participei da cena da prisão do Lula, intervenção e posse no sindicato, do dia em que Lula conheceu Marisa e muitas outras e fiquei impressionado com a qualidade da produção brasileira. Eu vivi e recomendo o filme “Lula, o Filho do Brasil”, onde o ABC faz história com seu personagem que virou presidente.

 

 

 



Escrito por Monico às 01h30
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O beijo

Aquele beijo que ficou na mente mas, nunca aconteceu.

Ficou guardado na lembrança, junto com aquele carinho no rosto e a vontade de abraçar.

Beijo inocente, dócil e vibrante, importante para o descobrimento.

Que beijo é esse que nunca aconteceu mas está vivo?

Ficou na juventude e não perpetuou na responsabilidade do dia-a-dia, nas conquistas pessoais e na distância ou, simplesmente adormeceu, silencioso aguardando um certo momento para explodir e implodir as regras, dando força apenas ao desejo do coração.

Este é um beijo, apenas um beijo que tem o direito de existir e fazer parte desta história como fato e não como lembrança. É apenas um beijo que tem vida e sufoca-lo é nada mais que um assassinato cruel e desnecessário.

É um beijo que pode não se repetir, mas pede clemência para existir, pelo simples fato de ser puro e consensual, na verdade dos olhos e no olhar dos lábios.

Este é um beijo que não tem pressa nem idade, apenas desejo e gosto indescritível e senti-lo é mais que uma necessidade, é uma obrigação com nossos sentimentos.

 

 



Escrito por Monico às 16h54
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Escrito por Monico às 17h02
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Agora o PEP tem e-mail:

pep@zipmail.com.br

Decorou? Então manda seus comentários criticas e e-mails divertidos..



Escrito por Monico às 17h16
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Também sou humano e preciso desabafar.

Estava eu assistindo o horário político, claro, junto com todas as informações políticas que acrescento a minha memória nestes anos de experiência, e percebi algo assustador.

Definitivamente chegamos ao fundo do poço.

Estas eleições estão sendo decididas por preconceito.

Isso mesmo. Parece que não, mas observe que existe uma campanha velada dos setores mais abastados da sociedade apontando problemas de forma preconceituosa, do tipo:

“Isso só poderia ter sido feito por um petista” ou “Odeio petista”, entre outras.

Isso é triste, pois desta forma a política deixou de ser algo racional para emocional, tipo torcida  de futebol.

A política é uma ação que encara o raciocínio lógico para o bem estar de todos, porém para isso existem disputas e estas tem de ser baseadas na razão, pois ai sim o cidadão se mantém no respeito mutuo e não transgride a linha da racionalidade. Se a política passa para o lado emocional e tem disputas acentuadas como a atual, ai esta fica a um passo do passional. Lindembreg foi racional ou passional? Se fosse racional aceitaria a derrota (o fim do namoro) encarando a vida para seus novos acontecimentos, virando a página, porem ele foi passional e buscou a vingança, não reagiu de bate pronto, arquitetou um plano e pôs em pratica, chegando a um final trágico.

Foi exatamente isso que o governador Serra fez. Lembra que ele queria sair candidato a presidente? É mas o Alckimin foi fundo e convenceu todos que o nome dele era melhor. Serra disse aceitar ser candidato a governador, venceu e só no segundo turno esboçou apoio ao Geraldo Alckmin. Mas você acha que ele esqueceu? De forma alguma. Nestas eleições municipais ele deu todo seu apoio para o Kassab e não para o Alckimin, seu companheiro de partido. Deu toda sua estrutura governamental para o prefeito que passou por todos e hoje lidera as pesquisas. Este foi só um paralelo do passional serra e do passional Lindenberg.

Por isso seu voto é muito importante que seja racional, analisando o quanto cada candidato realizou em beneficio popular, para todos e não para as classes dominantes.

No voto, o ato passional é ligado apenas a referência da cidade que você quer para as pessoas que você ama.

 



Escrito por Monico às 17h08
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Verbos de gostar

 

 

Eu gosto tanto de

Beijar, abraçar e fazer cócegas em você,

Viajar, dormir e comer com você;

 

Eu gosto, gosto mesmo de

Cantar, contar e me despir pra você,

Resolver, decifrar e fazer loucuras por você.

 

Rezar, ofertar e oferendar toda luz a você,

Tocar, beijar, desejar e amar você.



Escrito por Monico às 16h49
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Não gosto muito de colocar textos

que não são meus aqui, mas sempre

existem aqueles que merecem e esses

merecem:

 

A Rotina

Autor: Desconhecido

“A idéia é a rotina do papel
O céu é a rotina do edifício
O início é a rotina do final
A escolha é a rotina do gosto
A rotina do espelho é o oposto

A rotina do jornal é o fato
A celebridade é a rotina do boato
A rotina da mão é o toque
A rotina da garganta é rock

O coração é rotina da batida
A rotina do equilíbrio é a medida
O vento é a rotina do assobio
A rotina da pele é o arrepio

A rotina do perfume é a lembrança
O pé é a rotina da dança
Julieta é a rotina do queijo
A rotina da boca é o desejo

A rotina do caminho é a direção
A rotina do destino é a certeza
Toda rotina tem sua beleza”

 

O que faz você feliz?

Autor: Arnaldo Antunes

"A lua, a praia, o mar
uma rua, passear
Um doce, uma dança, um beijo
ou goiabada com queijo?

Afinal, o que faz você feliz?
Chocolate, paixão
dormir cedo, acordar tarde
arroz com feijão, matar a saudade
o aumento, a casa, o carro que você sempre quis
Ou são os sonhos que te fazem feliz?

Dormir na rede, matar a sede
ler, ou viver um romance?
O que faz você feliz?
Um lápis, uma letra,uma conversa boa
um cafúne, café com leite, rir a toa
um pássaro, um parque, um chafariz
ou será um choro que te faz feliz?
a pausa pra pensar…
sentir o vento, esquecer o tempo.

O céu, o sol, um som
a pessoa ou o lugar?
Agora me diz, O que faz você feliz?



Escrito por Monico às 14h25
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Na surra

 

Eu vou contra a maré,

Empurrando os cavalos,

Rio acima,

Por pura escolha.

 

Tudo podia ser mais fácil,

mas tenho o instinto de contrariar,

Seja quem for,

Até eu mesmo.

 

O que faço nesta vida com tantas informações?

O que faço neste mundo com tantas aflições?

É certo, então por que o errado.

Tudo é inexato.

 

Conviver com mágoas existenciais,

Vidas astrais; é responsabilidade pra poucos,

Que agüentam.

Por isso as drogas;

Entorpecem;

A saída!

 

Não, mais isso não.

Prefiro enfrentar a maré de peito aberto,

Cara limpa e olho clínico

 

Só pra ver, desta vez, onde errei.

Para errar de novo,

Mas não do mesmo jeito.

 



Escrito por Monico às 11h55
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Cadê a minha paz

 

Cadê aquela paz que eu prometi para mim?   Defino ela em pouquíssimos momentos, tão fugazes, tão distantes.

A cabeça dói, o corpo reage e eu vivo em círculos.

Quero sonhar de novo, com menos ansiedade, com menos realidade, com mais brincadeira.

Quero sonhar de ser feliz, quero tranqüilizar-me como raiz, preciso ainda mais de mim.

É doce ver o céu azul e imaginar você ali, mas onde esta aquela pureza de tempos atrás, tem muita coisa em volta, poluindo o sonho que vivo agora, que esta próximo de se tornar um pesadelo, daqueles em que sufoca a noite.

Então cadê a paz que eu me prometi, olhando aquele pôr do sol, no ultimo dia, do ultimo ano?

Eu sabia a receita, mas insisti em brigar com a vida e agora colho cada mágoa que plantei no meu próprio coração.

Não tenho a mesma compreensão, involuí.

Não vou abrir mão desta paz, não posso desfazer de mim, não posso me render aos meus medos, não posso dedicar-me a derrota.

Onde está a paz que me prometi? Aqui, em algum lugar, mas vou usar como imã a felicidade e vou atraí-la, para curtir cada momento, ao lado de minhas musicas favoritas e o azul do céu.



Escrito por Monico às 12h42
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E neste sabadão vai fazer oq?

 

Estou desiludido, tenho uma cachorra linda, TV por satélite, vinho na geladeira, pois meus vinhos são daqueles que se compra em adega mesmo, queijo, esfiha da Piu Belle, as melhores, uma noite inteira pra assistir todos os filmes que passam nos 5 canais telecine, mas não consigo fazer nada disso. Não estou feliz. Não consigo entender o que estou fazendo neste sábado à noite em casa, falta-me animo para sair, não acredito nisso.

Nunca achei que isso fosse acontecer comigo, já usei essa frase antes, mas em outra ocasião, onde estava até mais preparado para seu uso. Que loucura, quero ficar em casa mas não aceito isso. Qual será o motivo desse meu querer?

Onde estão meus amigos? Ah, sem essa, estão todos em uma balada a qual não quero ir. E a mulher que eu amo, sei-lá, juro que passa logo pela cabeça, com outro se divertindo na balada, e logo vem, que é isso ela não é disso, não sei no que acreditar.

Mas a resposta está ai. Eita coisinha possessiva este tal de amor. Ou ele te domina todo pra voc só querer estar com alguém ou ele te domina pelo ciúme e pensamentos que fazem aquela dor, ali, no fundo peito.

Não estou com ela por escolha da mesma, o pior de tudo, é isso. E ela faz muita falta aqui, mesmo quando só dormia.

Também não sei por que não estou, mas só sei que não estou, nem com ela, nem sem ela, nem comigo.

Mas eu tenho minha cachorra, grande companheira, um vinho, um queijo, três esfihas de rúcula, cinco canais de filmes, o controle remoto, minha cueca da sorte e a solidão.

E assim vou vivenciar esta nova experiência por toda esta noite de sábado...



Escrito por Monico às 19h05
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